terça-feira, 29 de outubro de 2013

A LENDA ELVIS PRESLEY




  Considerado o precursor e rei do rock,Elvis Aaron Presley teve uma carreira pontuada por várias coisas que para muitos eram fatos; para outros, lenda.






*Precursor do Rock - Primeiro disco(oficial) gravado em 1956, mas com um single comercial lançado em 1954. Ainda assim, ele não poderia ser o precursor de um gênero que foi criado no fim dos anos 40, pelos afro-americanos, que já haviam criado o blues (portanto, pai do rock and roll).






*Elvis nunca usou drogas - obcecado por controlar o peso, o cantor acabou se tornando dependente de barbitúricos o que, junto com as drogas que usava, combinados,o levaram à morte, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca.




                                              (O FUNERAL)





*O Rei do Rock - Seus principais concorrentes ajudaram Elvis a se manter na ponta e,conseguinte,em destaque,conseguindo da mídia tradicional,o título que acompanha seu nome até hoje.Justo?Merecido?Bom,os demais concorrentes não podiam competir contra os dogmas da mídia americana.Jerry Lee Lewis,que vinha derrotando Elvis nas paradas de sucesso,com frequência,cometeu o erro de se casar com a própria prima de 13 anos.A imprensa,óbvio,não perdoou.Carl Perkins,ótimo compositor,sofreu um acidente de carro que o manteve afastado da música por um bom tempo.Quando voltou,estava defasado e não conseguia acompanhar as inovações da música.Bill Halley começou um pouco tarde na seara musical,e tendo uma imagem precocemente envelhecida,não condizia com a cara do rock.Gene Vincent não coseguia diversificar sua obra e não tinha muita publicidade.Chuck Berry era preto e isso a imprensa wasp(branco,anglo-saxão e protestante)não poderia perdoar.Little Richards era preto e homossexual.Para os conservadores de plantão duplo motivo para ser discriminado.Com tudo isso,ficou fácil para o cantor de bela voz,rosto bem definido e com jeito pra liderar um movimento que ainda buscava afirmação.




                                (o juramento a bandeira,antes de partir para a base na Alemanha)


*Elvis não tinha carreira internacional - O cantor tinha um empresário chamado 'Colonel' Tom Parker,que controlava a carreira do "rei" com mão de ferro,desde que se conheceram em 1955.Por ter problemas com a justiça na Holanda,país de origem,não podia sair dos EUA e,conseguinte,Elvis também não.O máximo que a dupla fez foi ir ao Canadá,que faz fronteira com os Estados Unidos e,portanto, não oferecia perigo de extradição ao empresário.Seus problemas com a justiça privou o mundo de apresentações de Elvis.Sem uma internacionalização,a carreira de qualquer artista tende a estagnar,com o tempo.




          

(O picareta do empresário de Elvis, o "coronel" Tom Parker)



*Elvis no exército - Elvis "the pelvis",como era chamado (pelos movimentos sensuais no palco) acabou despertando a atenção dos jovens (que admiravam)e dos pais (que odiavam).Preocupado com a reação da sociedade ultra conservadora dos anos 50,Parker sugeriu que Elvis aceitasse ir para a Alemanha, para a base militar americana.Servir o exército era visto pelos americanos como exemplo máximo do amor pelo país.Ao ver seu ídolo partindo para a Europa, em um uniforme militar, o conceito dos pais mudaram e o cantor,irascível,que exalava sensualidade nos palcos,se tornou palatável ao sistema.



                                                 (Com a esposa Priscila e a filha Lisa-Marie)



*Elvis em Hollywood - Na volta aos EUA,o agente,antenado com o momento propício que Hollywood oferecia,instigou Elvis a investir na carreira de ator.E deu certo.Elvis estrelou vários filmes,interpretou inúmeras músicas,nas trilhas sonoras dos mesmos e encantou multidões.Mas depois de ir ao exército e estrelar muitos filmes,seu lado roqueiro começou a definhar,tornando-se um cantor de baladas e rememorando os sucessos dos anos 50.Talvez seu último bom momento foi o especial para a CBS,em 1968,que em uma das partes,ele está em um autêntico 'acústico'.



                                 (especial em 1968)








*Elvis em decadência -Sem reencontrar o caminho do rock,que o levou ao estrelato e tendo sido domado pelo sistema,Elvis entrou em uma curva descendente,sem a mesma criatividade (não pra compor,pois ele compôs pouquíssimas músicas)para escolher um repertório e diversificar.Começou a se apresentar com muita frequência nos cassinos de Las Vegas,e todos sabem que,naquela época,se tornar artista exclusivo de um cassino significava decadência.



                                              (o declínio )


Seu "reinado" terminou no dia de 16 de agosto de 1977.Seu legado é extremamente importante para a história do rock and roll.Marcou uma geração,continua,mesmo depois de décadas de sua morte,a vender milhões de discos,influenciou vários roqueiros pelo mundo  afora e permanece na memória dos fãs até hoje.Mas há uma constatação que parece ser inevitável.O rock,sendo criado pelos afro-descendentes americanos,não seria aceito pela sociedade conservadora americana dos anos 50,se não houvesse um rapaz branco para tornar o ritmo legítimo para todo o país.Nisso,Elvis serviu muito bem ao sistema.Mas por isso e só por isso,ele não poderia ser considerado o 'rei do rock'.



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sábado, 26 de outubro de 2013

Receita para se Fazer um Filme Americano



Para se criar um filme americano não é necessário muita coisa. Na verdade, a receita é simples.

Junte uma dose maciça de situações absurdas e cenas que contrariam a lógica. De preferência, contrariando as leis da física. Adicione uma grande quantidade de surrealismo e de coisas fantasiosas.

Apimente com mensagens de ufanismo barato, de preferência que enalteçam a 'supremacia dos EUA'. Coloque um estrangeiro como vilão.



  
Deixe transparecer um machismo exacerbado na película (para os executivos de Hollywood mulher é um meio para um fim, que o personagem masculino usa para se auto- afirmar); mostre um heroísmo exagerado, porém necessário para elevar a baixa auto estima do povo norte-americano; afinal, o típico herói do cinema dos Estados Unidos é durão, fala pouco, sempre de cara fechada, invencível e determinado. Enfrenta demônios, pula de aviões e vence as maiores adversidades. Exatamente o contrário do telespectador desses filmes, que vive no mundo real.

Prepare um roteiro previsível (sobre vingança, de preferência); faça com que cada cena não tenha mais do que 4 segundos (o poder de concentração deles é baixíssimo) e crie um ritmo de videoclipe. Use e abuse de explosões, perseguições e outras pirotecnias. Tudo para manter hipnotizado o espectador.

Escale atores formados na academia de anabolizantes, ou atrizes mais aspiradas que tapete velho, que pesem no máximo 40 kgs; botox é bem vindo.

Monte um trailer com o melhor (se houver) da produção para chamar a atenção, exibindo como se fosse o maior espetáculo da Terra....E pronto. Você tem em mãos um campeão de bilheteria fácil, fácil. 


Nada que o público médio não venha a esquecer meia hora depois de assistir.


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* Jornada nas Estrelas - a Série




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Gênios da Guitarra




Alguns guitarristas se tornaram lendas. Seja na carreira solo, ou brilhando em suas respectivas bandas. Marcaram época, influenciaram gerações e mostraram que são gênios, acima de tudo.




Eis as maiores feras da guitarra:


Ritchie Blackmore (Deep Purple) -







Santana -







Joe Satriani -







Mark Knopfler (Dire Straits) -







Steve Vai -







B.B. King -







Eric Clapton -







Jeff Beck -







Peter Frampton -






Jimi Hendrix - (tacando fogo na guitarra)







Jimmy Page (Led Zeppelin) -







Tony Iommi (Black Sabbath) -







Keith Richards (Rolling Stones) -








Steve Ray Vaughan -







David Gilmour (Pink Floyd) -







Les Paul -







Buddy Guy -







Angus Young (AC/DC) -







Brian May (Queen)  -







Bo Didley  -







John Lee Hooker -





Rory Gallagher -







Johnny Winter -






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A VIDA DE JIM MORRISON (THE DOORS)

A Inesquecível Trilha Sonora do Seriado Anos Incríveis










segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A Inesquecível Trilha Sonora do Seriado Anos Incríveis



O seriado ANOS INCRÍVEIS, além de ser um marco na TV americana (pelos temas abordados, o clima nostálgico e a criatividade ao falar sobre assuntos delicados pelo prisma de um adolescente, entre 1968-1973), contava --como não podia deixar de ser-- com um set list memorável. Tão vasta era a trilha sonora, que o lançamento em DVD empacou, justamente pelos direitos autorais de tantos clássicos da música. Mas a espera acabou valendo a pena.




Aqui, algumas das pérolas que tivemos o prazer de ouvir:



JOE COCKER







SIMON & GARFUNFEL -







STEPPENWOLF -









CREAM -








THE MONKEES -









THE DOORS -




B.B. KING -









THE KINGSMEN -









BUFFALO SPRINGFIELD -








VAN MORRISON -










DONOVAN -










THE SUPREMES & DIANA ROSS -









JAMES TAYLOR -








MARVIN GAYE -








THE BEACH BOYS - 







THE TEMPTATIONS -








IRON BUTTERFLY -







THREE DOG NIGHT -









THE ASSOCIATION -









JONI MITCHEL -








THE TROGGS -









TOMMY JAMES AND THE SHONDELLS -









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Abertura de Seriados que Marcaram a Televisão

SÉRIES QUE: Marcaram Época





domingo, 20 de outubro de 2013

Pra Quem Tinha Dúvidas SE a Rita Lee Sempre foi Roqueira...




Titia Rita sempre foi roqueira, mas alguns desavisados esquecem desse fato, já que ela flertou com o pop durante um tempo. Então só para relembrar um pouco de sua brilhante trajetória, sendo a segunda mulher a difundir o rock no Brasil (a primeira foi, sim, Celly Campello), eis alguns exemplos:


















video






















Certo é que ano após ano Rita foi perdendo sua fúria roqueira e aderindo ao pop mais seguro do ponto de vista mercadológico. Após seu último disco pela gravadora Som Livre, em 1985, ela criou menos hits e perdeu o especial que tinha na grade da Rede Globo, no final do ano. Continuou a lançar discos e a emplacar temas de novelas. Mas era nítido seu declínio como a "Rainha do Rock". Nada disso, porém, desqualifica seu passado brilhante, desde Os Mutantes, passando pela fase com o grupo Tutti-Frutti e depois com o marido Roberto de Carvalho.

Recentemente aposentada dos palcos, ela ainda é referência para o rock and roll brazuca e deixou um legado incomparável, com letras de sua autoria que marcaram época. A ela, nossos mais sinceros agradeciemntos por décadas de serviços prestados à música brasileira.


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A VIDA DE JIM MORRISON (THE DOORS)






quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Brasília, 18 de junho de 1988






O rock de Brasília revelou uma geração fantástica de bandas no início dos anos 80. Até hoje curtimos as músicas e reverenciamos o talento e a história delas. A trajetória de cada grupo é única. Plebe Rude, Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que originaria tanto a Legião Urbana, quanto o Capital Urbana) são as principais.



Mas a trajetória de Renato Russo e sua trupe se destaca. O cantor sempre expôs em suas letras as coisas que vivenciou em sua conturbada adolescência e o começo da vida adulta na capital do país. O sucesso começou lá, mas a banda saiu Brasil afora para divulgar seu trabalho memorável. E Brasília acabou ficando pra trás. Voltar à terra natal era um desejo dos integrantes, mas faltava o momento certo. E ele surgiu na hora e local errados.

Primeiro que shows no estádio Mané Garrincha não comportavam a estrutura que a Legião exigia; segundo porque a organização foi das piores; e por fim, o campo parecia um caldeirão efervescente, prestes a explodir.




18 de junho de 1988

No Correio Braziliense do dia posterior:
O frio de 12 graus e as festas juninas que se espalhavam pela cidade não impediram que 50 mil pessoas fossem ao velho Estádio Mané Garrincha na noite de 18 de junho de 1988. A maioria estava ali preparada para uma grande celebração. Aquela multidão — nunca antes reunida em ambiente fechado na capital —, vinda de todas as partes do Distrito Federal, aguardava a apresentação da banda que colocou Brasília, de vez, no mapa da música brasileira. Havia uma grande ansiedade pelo show Que país é este, da Legião Urbana, em plena era Sarney, governo desgastado por planos econômicos falidos.”

Durante o show que marcava a volta da banda à cidade, os portões do estádio Mané Garrincha foram abertos, na tentativa de conter os que não conseguiram comprar um dos 50 mil ingressos postos à venda. Com a tensão no ar, uma série de confusões se sucederam. Violência policial, discursos inflamados, bombas caseiras e a invasão do palco por um fã alucinado que se agarrou violentamente ao vocalista.”

E foi exatamente a subida ao palco de um fã descontrolado, o estopim.



Renato se debatia para se livrar do rapaz; os seguranças intervieram para retirá-lo do palco e, à força, o arrastaram. Quando Russo os viu espancando o jovem, não titubeou e disse: “larga ele!!”. Ele vociferava contra um dos que seguravam o fã. Nem por isso o acontecido fez com que Renato ganhasse o público. Uns vaiaram, outros aplaudiram...Até ouvirem a frase que foi definitiva para o caos começar: “ô cidade atrasada, é por isso que a gente não vem aqui...”
Renato Russo pegou pesado contra sua própria cidade, se voltando contra tudo e contra todos, indiscriminadamente, mesmo sendo a culpa pela situação caótica de poucas pessoas. A partir daquele instante, os integrantes da banda sabiam que a noite tinha acabado.

Os discursos que entremeavam as músicas (escolhidas a dedo para protestar contra a sociedade e o governo) inflamaram a multidão de tal forma que ao proferir aquelas palavras foi como apertar o gatilho.




Saldo final: o cenário de caos terminou com a suspensão da apresentação e mais confusão. Cerca de 50 pessoas foram presas, mais de 300 ficaram feridas e uma série de péssimas lembranças como resultado.

Para Renato ficou o gosto amargo de ver, no dia seguinte, pichado em frente sua casa a frase “Legião, não voltem mais”. Era a revolta de fãs da banda que deixaram o estádio no dia anterior, frustrados por assistir a um espetáculo com repertório reduzido e terem sido alvo da violência da polícia que tentava, à força, conter a reação daquela massa de descontentes, principalmente por uma série de acontecimentos infelizes, como a dificuldade de acesso às dependências do Mané Garrincha e o atraso de mais de duas horas para o início do show — reza a lenda que muito da agitação teria sido planejada por não fãs da Legião que foram ao estádio com o intuito de criar deliberadamente confusão.

Polêmicas à parte, o que ficou de tudo isso foi a lição de não se subestimar o público, entender também a responsabilidade de se segurar um microfone para iluminar e não incendiar as massas e de se propor uma organização profissional. Coisas que a Legião Urbana aprendeu às duras penas e conseguiu fazer nos anos vindouros.


A tragédia passou, o caos se dissipou e a noite de 18 de junho de 1988 entrou pra história do rock. A noite em que Brasília tremeu e Renato fez as pazes com seu passado. Ou não...



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terça-feira, 15 de outubro de 2013

TEMAS DE FILMES QUE SÃO INESQUECÍVEIS




Alguns temas de filmes se eternizaram. Muitos chegam a transcender a própria película. Melodias inesquecíveis, ritmos contagiantes que marcaram e fizeram daquela produção específica especial. Eis algumas:







HIGHLANDER - O tema do filme Guerreiro Imortal é um caso à parte. Se a produção é bem legal, em ritmo de videoclip (e só), gerando continuações equivocadas e um seriado sem nexo, as músicas compostas por Freddie Mercury e cia se destacam, e muito. Vale lembrar que não é a primeira vez que o Queen salva um filme. Com Flash Gordon foi a mesma coisa: um filme fraco, com uma trilha vigorosa.






LA BAMBA -  A vida de Ritchie Valens foi retratada nesse filme de 1987. O elenco estava ok, uma direção mediana, mas as músicas são o diferencial. E ficaram ainda melhores na regravação de Los Lobos. Cá entre nós, a voz original de Ritchie era um pouco chatinha. Mas as suas composições eram ótimas.







FOOTLOOSE - No auge da New Wave essa produção de 1984 resolveu pegar onda no movimento. Se a história previsível, ainda que agradável de assistir, não seja o destaque, o tema do filme é, disparado, o grande momento. Kenny Logins se especializou em temas hollywoodianos e enriqueceu com isso. Essa, é contagiante.






DIRTY DANCING - Ganhadora do Oscar do ano de 1987, creditado como um dos filmes mais vistos de todos os tempos. Como todo romance tem um lado previsível, mas assistir se torna irresistível, se você se deixar levar. A canção, interpretada por Bill Medley e Jennifer Warnes é o clímax da produção, numa cena empolgante.






FLASHDANCE - O diretor Adrian Lyne costuma ser reconhecido por seu estilo superficial, e ainda assim arrasta multidões aos cinemas. Com FlashDance não foi diferente. A história (??) nem é o que chama a atenção e, com certeza, também não é a interpretação dos atores. Mas a trilha é excelente. A música tema de Irene Cara e Keith Forsey ganhou o Oscar , o Grammy e o Globo de Ouro de melhor canção. Algo raro.






OS EMBALOS DE SÁBADO À NOITE - Um furacão apareceu nos anos 70 e tinha nome: Tony Manero. O personagem de John Travolta era o símbolo máximo da discoteque, ritmo vigente à época. O filme, em si, já seria um campeão de bilheteria, apenas pela exploração do universo disco; mas contava com uma trilha impecável dos Bee Gees, que fizeram da produção um cult-movie. A canção que chama mais a atenção (e que abre a película) é a que tornou o grupo australiano um fenômeno de vendagens ao redor do mundo.





DE VOLTA PARA O FUTURO - Uma trilogia de sucesso dos anos 80, De volta... se tornou um dos melhores filmes de ficção dos últimos anos. Tudo funciona na produção: a direção impecável de Robert Zemeckis, o elenco fantástico, perfeitamente adequado aos papéis, um roteiro muito criativo e com uma trilha que não fica atrás, com destaque para a canção principal do grupo Huey Lewis and the News.






ROCKY 3 - A música do grupo, até então desconhecido, Survivor fez história e chegou a ser indicada ao Oscar em 1983. Stallone escolhia a dedo a trilha de seus filmes, o que, apesar de sua limitação como ator e roteirista, sempre se mostrou acertada, visto que suas produções sempre tiveram altas vendagens de discos. A música é, até hoje, um clássico do rock.





OS GOONIES - Uma divertida aventura que foi exibida à exaustão na famosa "Sessão da Tarde". O grupo de jovens a procura do tesouro e os perigos que enfrentavam foi um sucesso nas bilheterias. E contava com a canção-tema de Cindy Lauper, no auge da carreira.






GREASE - Um filme contagiante, com um elenco afinadíssimo só podia se tornar o sucesso que virou. Pra ajudar, a trilha do musical é irresistível. John e Olivia interpretam as canções. Ela, uma cantora talentosíssima; ele se mostra um agradável surpresa. O típico filme para assistir várias vezes.






MAD MAX 3 - Se a segunda continuação não era lá essas coisas, com Mel Gibson repetindo, sem muito brilho, o personagem que o consagrou no início dos anos 80, a canção de Tina Turner foi um sucesso instantâneo. Bela letra e uma interpretação vigorosa, como sempre fazia a grande Tina.






OO7 NA MIRA DOS ASSASSINOS - Duran Duran estava no auge, assim como a cinessérie do agente do MI6, James Bond. Os filmes são conhecidos por cenas de ação intermitentes, belas mulheres (as "Bond Girls") e por trilhas sonoras de destaque, vez ou outra indicada ao Oscar. A música tema desta vez foi destaque nas paradas entre 1985/86, deixando a banda britânica no topo das paradas por longas semanas.






CANTANDO NA CHUVA - CLÁSSICA! ÉPICA! INCOMPARÁVEL, ATÉ HOJE!





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O ILUMINADO – Livro, Filme e Seriado